Dois passos para a solidão, quem se encanta sabe que deve entregar seu coração, essa é a troca, a troca mais que equivalente, ao pensar no futuro você sempre vê as improbabilidades, não creia nas histórias, grande parte dessas caixas tem um fundo falso, pois as pessoas que dentro dela são presas, nada mais são que vitimas de um círculos maldoso, onde o único propósito é destruir! Não preciso fazer o que você diz, dentro das metas existem os acasos, as ocasiões, os impactos e as impressões! Esconderei o meu medo, viverei na base reação, básica, exaustiva, todavia lucrativa, quero uma chance de descobrir se existe mesmo um lugar manso, um lugar calmo! Ontem sonhei que eu voava entre os carros, onde eu ia ao céu e regressava, vi a lua, vi o sol! Aprecie a vista, enchi meu cérebro de adrenalina! No fim eu estava na serra ao lado de quem se gosta, de amigos e amores! Vivi em pouco tempo, tudo que eu quero na realidade, mas acordei sabendo o que esta em ausência, eu, eu estou em falta de mim mesmo, eu não estou aqui, contudo todos estão, me falta acordar, me falta estar aqui! Agora em estado entorpecido, me pergunto o farei para me fazer presente? Eu já sumi, eu já sumi...
O progresso da fatalidade, o sucesso do instante, talvez me faça ver que o mundo ainda não parou. Antes eu me sentiria bem, contudo agora sinto que ainda falta algo, não suspiro forte, não vejo algo que me anime assim tão rápido, parecem coisas mortas, elas não estão mortas, mas não esqueceram de viver! Quero jogar cartas, quero nadar pelado no meu presente, sentir na pele os calafrios do inseguro! O certo pode fazer com que as coisas morram, podem fazer que o próspero não anime! Quero perder-me, onde eu estou? Talvez ainda não vi que me perdi nas minhas próprias ideias e amor, nos meus conceitos revolucionários! Quero quebrar, quebrar...
Ohh tão belo, tão longe de mim, vejo a beleza e tal doçura, me encanta!
Eu queria por vários momentos ser aquilo que dizem tanto, ser o mal, ser o maldito, ser o ardiloso e sagaz. Vivenciar a vida pedindo mais, todavia cá estou eu, na busca da estrela, mas sol partiu da rua!
Não quero para minha lembrança de não tê-las, de ausência de recordações!