O progresso da fatalidade, o sucesso do instante, talvez me faça ver que o mundo ainda não parou. Antes eu me sentiria bem, contudo agora sinto que ainda falta algo, não suspiro forte, não vejo algo que me anime assim tão rápido, parecem coisas mortas, elas não estão mortas, mas não esqueceram de viver! Quero jogar cartas, quero nadar pelado no meu presente, sentir na pele os calafrios do inseguro! O certo pode fazer com que as coisas morram, podem fazer que o próspero não anime! Quero perder-me, onde eu estou? Talvez ainda não vi que me perdi nas minhas próprias ideias e amor, nos meus conceitos revolucionários! Quero quebrar, quebrar...
Ohh tão belo, tão longe de mim, vejo a beleza e tal doçura, me encanta!
Eu queria por vários momentos ser aquilo que dizem tanto, ser o mal, ser o maldito, ser o ardiloso e sagaz. Vivenciar a vida pedindo mais, todavia cá estou eu, na busca da estrela, mas sol partiu da rua!
Não quero para minha lembrança de não tê-las, de ausência de recordações!
1 comentários:
nossa que texto hein,palavras bem fortes,gostei :p
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