Saint Soll, eu não queria falar de sentimentos, eu quero falar de você. Posso te desenhar, um sorriso no meio do rosto puxado ao lado esquerdo de sua boca, mesmo de tão longe, ainda era fácil perceber a maneira que você falava, lépida e tranquila. Olhei por cima o que talvez te deixou um pouco mais baixo, nada tão marcante nisso, Deus usou pouco tinta no seu ton, Ele te deixo claro e brilhante, agora volto a mais tempo, um tempo que você desconhecia a minha existência (mesmo sabendo que hoje isso não mude muita coisa), você usava um bone claro, o que mudou dessa vez, antes de bermuda, hoje de calça, o que não vai me fazer descrever com calma o quanto você é bonito, nem tanto, ficou no ar sua beleza, no entanto bem mais chamorso o que me deixam desatento(ironia), mãos pequenas, talvez a sombra dos meus óculos não te deixaram ver que eu prestei atenção no momento que você falava. Agora não importa o que aconteça vai ficar na memória, tão perdido e sem razão, eu guardo na memória e levo até o fim. Os seus olhos, são eles o meu ponto fixo quando lembro de você. São eles quem me fazem lembrar, o tom negro e rispido, que brotam e se destacam no seu suave, eles brotam do copor cálido! Tudo isso, eu consigo guardar tudo isso, contudo hoje o que leva mim é nada mais que o meu nome...
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