Das coisas mais ligeiras, você entrou de maneira lépida, onde eu estive
Esse tempo todo? Nas mais diferentes capsulas e galáxias separadas, sempre mantendo distância de alguém diferente, então como poderíamos ser assim? Você nunca esteve ser que no meu mundo e como eu sinto ele vazio quando eu percebo que isso é apenas uma ilusão? Não te sinto na minha órbita, mas é como essa atração me puxasse para tão perto, que as estrelas deixassem seu brilho ao meu lado, mas do que me vale tanto luz, se você em meio a tudo isso me deixa tão lívido e não me vê. Poderia eu contar todos os pontos que ligam eu a você e mesmo assim você perceberia se quer eu estive perdendo tanto tempo aqui, perdendo um tempo que para você nunca passou, o coração é algo que esta evoluído anos-luz, ou continua ainda na idade da pedra? Esse mistério eu não posso dizer, contudo eu sei! Eu sei que, eu não sou aquele que você espera, não sou aquele que você vai ligar, eu não sou aquele que você pensa toda noite. Consigo ouvir em alto e bom som o gemer cálido dos ponteiros do relógio ao atravessar sua distância imutável, esperando o segundo exato quando você fala comigo, Onde eu estive? Onde eu estive? Como eu deixei isso acontecer? A quase um ano eu me vi perdendo o foco, sei o quanto eu tive de sofrer para aprender que se apaixonar é uma doença grave que não tem cura exata, sem se quer um remédio para fazer aliviar a dor... Agora você vem de outros locais ainda inesperados, ainda intangíveis ao meu olhar, eu não quero pedir você, quero que fique onde nesse momento você esta, em outra dimensão próxima a minha, todavia mantendo essa distancia segura, dolorosa e pesada.