A presença do inexplorado, hoje você vem até como o carma universal que tanto pedi, sempre quis você ao meu lado, no entanto o meu sempre acabou. Vejo tudo como a forma mais incerta a ser aplicada, a tanto só queria cuidar, hoje não penso em deixar rastros! Logo depois me pedem para deixar o meu orgulho de lado, prometeram-me o melhor. Quantas promessas já ouvi? Desculpem-me, mas eu cometi o erro de usar a magia negra e criar em mim um coração peludo. Um efeito disperso da controvérsia de amar, me quer bem e malmequer. Julgo os pensamentos, "pelo sim ou pelo não", quero entrar minha alma ao desconhecido, contudo que seja solido, montar ao lado de um senhor feudal, filho do rei, aquele vem na noite escura, somente para me salvar, pois para ele sou o conhecido e para mim dele não fazia ideia! Posso perder o apresso tão fácil, como ganhar ele ainda mais rápido, sem motivos justos não lutarei até o fim! Parece que eu já sabia a nossa sincronia não sabe o que faz, então que cresça o que deve ser, e o que tiver que será, poderá evoluir e a vontade aumenta, fazendo somente presente, o que já esta em falta. Sem minhas algemas posso pegar a pétala fresca, do jardim do infinito! Sejamos francos, o que você quer de mim, um perdão? Sejamos francos o que você quer, apenas um cavaleiro medieval que irá tirar do seu coração, um amor antigo? Sejamos francos o que você quer, alguém que ria do seu jeito desastrado e encantador? Eu serei franco, quero unicamente o que eu não queria, talvez seja a sua dúvida, mas em mim nasce uma certeza, que sem uma moeda de troco válida, eu não irei enfrente, a você que ainda vive de passado, já é tarde, o meu agora é muito circunstancial para novas certezas! Serei franco, eu quero me apaixonar por você! Desse não triângulo, eu não preciso ver e nem conhecer mais ninguém, sendo assim nem escolhas preciso fazer, logo porque minha mente racional, meu coração involuntário coberto de incertezas, quer momentos e não promessas, as quais só tenho junto à alguém que não faz parte desse mundo sujo! Desculpe-me mais uma vez, pois eu já esqueci o prazer de ter.
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