Enquanto ele sai por aí, manchando o rosto de batom. Eu quero ver quem vai fingir, em me dizer que a solidão é bem melhor. Não sei bem ao certo onde ele está, deixa tudo aqui dentro e me espera para dançar, aquela música daquele tempo, mais uma vez com você! Foi tentando retribuir um antigo elogio, que eu lhe dei a chave da porta da frente, para que você me tirasse de um incêndio que eu mesmo causei na minha mente, teias e retalhos e retratos, de repente, perdem os sentidos, é solta a minha mão, se somos dois perdidos, talvez você tenha razão. Eu percebi hoje à noite, que eu não posso esperar mais, embora odeie deixar-te para trás, o tempo é curto e eu não preciso de um abraço apertado demais, nem dos conselhos de ninguém.