Eu não poderia dizer, mas caso fale saiba, gosto muito e gosto pouco, gosto aos poucos como deve ser! Mas caso aconteça queria que fosse assim "Nenhum de nós será o Rei, sem cobranças ou castigos, afinal vou usar o que há em você!" Contudo hoje você olha para os lados,  sei ainda há muito para enxergar, entretanto entenda, aceite a sorte que a vida te deu, mas pena é pros fracos que o mundo já esqueceu. O seu desespero ilude, que é sua essa dor, o choro que te cai, esse? Só consola você! Amanhã é cedo para mim! Assine seu passado, sinta o fim! Como diria, o tempo pode assim nos ver crescer, a música disse "[...] não te peço certeza, embora eu queira tudo que sinto, espero [...]" São portas que se abrem e se não sabe essa é a chance de aliviar qualquer indicio de tristeza, quero ver o relógio passar, hora após hora, no inicio, no meio ou no final, pois que seja assim, um texto sem fim, se então escrever faria previsão do que não quero dizer Adeus, contudo se um acaso te levar e eu por acaso partir, bem deixem esses nos trazerem de volta, não confio no tempo ele é cruel, vago e cego! Vou nesse desrumo, em passos escuros, segurando a sua mão, para onde for e me levar... Seguindo nesse ônibus lotado, sem ver onde vou, apenas seguindo... Esse é o "senso, ritmo habitual" e talvez esse escrito não tenha final, pois o desejo inconsciente se destaca como ironia, não sou dono do destino e ele prefere brincar!